Novinha Gozando Tocando Siririca

Novinha Gozando Tocando Siririca

Novinha Gozando Tocando Siririca

Marcos ficou bombando o rabo da namorada por alguns poucos minutos, sentindo o tesão crescer rapidamente.

Tudo em todos os lugares gritava NOSSO, nossa janela, do nosso quarto, na nossa cama, nos nossos lençóis… Nos amando por toda noite… Porque esse era o NOSSO lugar, um do lado do outro.

Acabou que depois que comeram minha namorada ela gostou de dar para outros e vez ou outra nós fazemos uma suruba, sempre com vários caras fodendo ela e eu ali do lado tocando minha punheta. Na viagem de volta me sentia feliz. Quando tirei o pau fiquei olhando ela contrair levemente o cu e a buceta, a cada contração saia um pouco de porra, dai é que eu notei que junto com a minha porra que era esbranquiçada, tinha outra incolor e mais espessa, aquele calor que senti no pau, era ela gozando, nem eu sabia que uma femea jovem assim já gozasseDurante o resto do dia dei mais duas fodas gostosas, meti muito, gozei demais e de lá pra fodo ela pelo menos duas vezes por mes. Renato chegou logo depois, cara inteligente apesar de magro tinha um corpo bacana e seu pau chamava a atenção no vestiário, enorme e ele tinha o habito de raspar os pelos do púbis, enato ainda parecia maior.

Acordei com um rapaz desesperado arrancando minha camiseta. E dai em diante nos vemos todo final e semana (…)"Vou contar para vocês um conto que aconteceu comigo e com uma novinha que era amiga da minha irmã. Procuro com cautela, aquela que me passe tanta delicadeza, a ponto de ter certeza de que não vá me fazer virar motivo de motim, parando na mão dos guardas de alguma estação.

Eu transo há muito tempo mas nunca tinha batido uma siririca, pois não via graça em tá se acariciando com os dedos, sempre preferi ser comida de verdade, eu tinha o pensamento que nada poderia substituir um pênis.

Ele, Ataíde, era atleta e se preparava para as olimpíadas, já participara da anterior, mas não tivera sucesso e então dedicava-se bastante nos treinamentos.

“Gostou?”“Caramba, que negócio é esse?”“Nunca viu, é?”Sem resposta, eu baixei a cabeça.